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Pode passar álcool no celular? E outros eletrônicos?

Você, que provavelmente está usando seu celular para ler este texto, sabia que ele pode ser mais sujo do que um vaso sanitário? Pode parecer exagerado, mas é isso mesmo que acontece com quem não higieniza o aparelho de forma correta. E qual o jeito certo de limpar? Afinal, pode passar álcool no celular?

Hoje, essa preocupação se tornou ainda mais importante: é máscara, higiene das mãos, desinfecção das compras de supermercado… é tanto procedimento que, às vezes, nos esquecemos dos smartphones, que passam por tantos lugares.

Que álcool em gel é eficaz para higienização das mãos nós sabemos, mas será que pode passar álcool no celular e em outros eletrônicos?

Continue a leitura para descobrir.

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Como limpar celulares

Já fizemos uma lista aqui no blog de produtos que matam bactérias. São vários os produtos que podemos contar para nos ajudar nessa tarefa, mas é sempre importante prestar atenção em que tipo de objeto você vai higienizar.

Por exemplo, passar álcool na tela do celular é diferente de passar na parte de cima da tampa de um notebook. Mesmo que os dois sejam eletrônicos, em algumas partes você pode sim usar álcool, mas outras precisam de mais cuidado.

Mas por que? O álcool é um produto químico. Sua versão em gel foi feita especialmente para higienizar as mãos, mas em algumas superfícies sua aplicação pode danificar o seu eletrônico.

Se você está procurando uma maneira eficiente de manter seu celular livre de vírus e bactérias, aqui vão dicas importantes:

Você pode passar álcool no celular

Sim, pode passar álcool no celular. E o melhor é usar o álcool em gel 70% para fazer essa higienização. É essa a concentração ideal para matar os vírus e bactérias mais poderosas e manter seu smartphone desinfetado em poucos segundos.

Mas como fazer isso sem danificar seu celular? Bom, o primeiro passo é não besuntar o aparelho com álcool em gel. Isso pode estragar seu aparelho. E nem aplicar o produto diretamente nele.

Você vai precisar de dois panos macios e álcool em gel 70. Olha só o jeito certo que pode passar álcool no celular:

  • Desligue o celular e retire a capinha de proteção;
  • Umidifique um pano com álcool em gel;
  • Limpe todo o celular: tela, parte traseira e laterais;
  • Use o pano seco para tirar o excesso de álcool que sobrou.

Simples, né? Pode passar álcool no celular, desde que você não deixe o aparelho úmido depois, principalmente próximo aos lugares que você conecta carregador e fone de ouvido.

Se o álcool em gel escorrer para dentro do seu smartphone, isso pode danificar seu aparelho. Não se esqueça que a concentração do álcool é 70%. Ainda tem bastante água nele. Seque bem e não use muito para que essa água não escorra para o interior.

Ah, e se não secar direitinho o celular, ele pode ficar manchado. Então atenção a esse ponto, hein…

Pessoa segurando um celular e borrifando álcool sobre ele.

E quais produtos não usar?

Agora que você já sabe que pode passar álcool no celular e que ele é muito eficaz. Precisamos te contar também o que não se deve usar de jeito nenhum para limpar o smartphone:

  • Pano com água e sabão: pode até limpar, mas a água não seca de imediato, então é certo que vai escorrer para dentro do seu aparelho. Sem contar que a água da torneira tem outros químicos que podem manchar o celular.
  • Detergente e água: esses dois componentes podem entrar dentro do celular e prejudicar os componentes internos trazendo problemas sérios e até danos irreversíveis.
  • Limpa vidros, desengordurantes e limpadores multiusos: esses produtos são utilizados na limpeza da cozinha e podem manchar a tela do celular e deixá-la com aspecto esbranquiçado.
  • Toalhas, lenços faciais e materiais ásperos: podem arranhar a tela do celular, então não são ideais nem com álcool em gel 70.

O que dizem os fabricantes sobre a limpeza dos celulares

Como os celulares estão quase que o tempo todo em nossas mãos, manter uma limpeza adequada é bom não somente para a gente, mas também para a vida útil do aparelho.

Afinal, o acúmulo de sujeira em certas partes do telefone podem acabar danificando o material que ele é feito, fazendo com que a sua durabilidade diminua.

Pensando na importância de uma boa higienização do celular, os próprios fabricantes dão dicas de como fazer a limpeza dos aparelhos de forma correta e segura. E é sobre isso que vamos falar agora.

Recomendações Apple

Pensando na particularidade de cada smartphone, a Apple apresenta algumas recomendações de limpeza que servem para todos os modelos – desde o primeiro até o último lançamento, o Iphone 13.

De modo geral, as seguintes dicas valem para todos os modelos:

  • Não é recomendado que se use água sanitária ou peróxido de hidrogênio;
  • Antes de utilizar qualquer produto recomendado para a limpeza, desconecte todos os cabos e desligue o aparelho;
  • Podem ser utilizados lenços de álcool isopropílico a 70%, álcool etílico a 75% ou clorox para limpar a superfície externa do Iphone;
  • Não é recomendado utilizar produtos de limpeza ou ar comprimido;

Recomendações Motorola

Se você possui um smartphone da Motorola, saiba que eles também dão algumas dicas sobre como limpar seu aparelho corretamente. São elas:

  • Desligue o aparelho antes de começar a limpar;
  • Use lenços umedecidos com álcool isopropílico com concentração de 70%;
  • Evite umidade nas aberturas do celular como as entradas de fone, carregador, microfone e alto falantes;
  • Não utilizar materiais de limpeza que contenham alvejantes ou agentes abrasivos;
  • Não usar sprays direto na tela.

Recomendações Samsung

E por último, trouxe as recomendações da Samsung que além de dar as dicas de limpeza, também apresenta algumas imagens para exemplificar melhor como manter a higiene adequada dos aparelhos Samsung Galaxy em específico.

É importante lembrar que todas essas orientações são apenas para as superfícies de vidro, cerâmica e metal do smartphone. São elas:

  • Antes de começar a limpar, desligue o aparelho e retire qualquer capa ou acessório que esteja nele, incluindo fones e cabo de bateria.
  • Utilize um pano de microfibra macio e sem fiapos para limpar suavemente a superfície do smartphone.
  • Umedeça a ponta do pano com uma pequena quantidade de álcool isopropílico 70% para limpar cuidadosamente a parte frontal e traseira do celular.
  • Não use ar comprimido ou borrife alvejantes diretamente no telefone.

Utilização do álcool isopropílico 70%

Como é possível perceber, todas as orientações dos fabricantes possuem a mesma coisa em comum: a recomendação do uso do álcool isopropílico em 70%. Isso porque esse tipo de álcool é específico para a limpeza de eletrônicos.

E já que a sua utilização não tem contraindicações para a limpeza dos smartphones, esse produto também se torna uma ótima opção para o momento da higienização.

Inclusive, recomendo a leitura do nosso artigo sobre as diferenças do álcool etílico e do isopropílico, para entender melhor porque ele é recomendado para a limpeza dos aparelhos eletrônicos.

Como limpar outros eletrônicos

Você deve estar pensando que se pode passar álcool no celular, para os outros eletrônicos é a mesma coisa. Não podemos negar, o álcool em gel 70% pode ser usado basicamente na limpeza de todos os eletrônicos. Uma ajuda e tanto, não é?

Mas, claro, mantendo aquela lógica de usar dois panos macios e nunca deixar a superfície úmida. Olha só essas dicas para te ajudar:

Telas de notebook e TV

Alguns erros comuns podem danificar suas telas. O mais importante é sempre fazer a limpeza e higienização dos eletrônicos com eles desligados, para evitar curtos circuitos. Claro, você não vai besuntar as telas, mas ainda sim é um risco. Então, nada de limpar com o aparelho ligado.

Uma dica importante é usar panos macios, que não soltem fiapos, de preferência de microfibra. Já falamos isso no caso do celular, mas com telas maiores é melhor dar atenção a esse ponto, já que isso pode afetar diretamente no resultado da sua limpeza.

Olha só como fazer:

  • Desconecte todos os cabos do aparelho;
  • Umedeça um pano macio, espalhando bem o álcool em gel 70 no pano;
  • Aplique na tela, fazendo movimento leves, retos e em uma única direção;
  • Para tirar manchas de dedo, passe o pano várias vezes no mesmo local, sem pressionar;
  • Finalize passando um pano seco e macio se precisar tirar o excesso de álcool.

Mas não se esqueça de limpar também as outras partes do notebooks e da TV.

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Limpeza de outros eletrônicos

Assim como pode passar álcool no celular, fones de ouvido, mouses e controle remoto também merecem atenção. Os controles, por exemplo, tem mais bactérias do que você pode imaginar.

Esses detalhes sempre passam despercebidos na hora da limpeza. Sempre focamos demais em como uma dela deve parecer perfeitamente limpa, muitas vezes por estética, que acabamos esquecendo onde mora o verdadeiro perigo quando o assunto são os vírus e bactérias.

Então, vamos caprichar na limpeza desses objetos também, hein… Eles devem estar incluídos no seu cronograma de limpeza da casa.

Ok, você sabe que pode passar álcool no celular e em outros eletrônicos. Mas e quando o álcool em gel é grudento? Por que isso acontece? Será que ele é menos eficaz? Isso tudo você descobre clicando aqui neste link.

Te esperamos lá!

Como fazer assepsia hospitalar no seu consultório pequeno

Sabia que 5% das pessoas que passam por algum tipo de procedimento cirúrgico contraem alguma infecção? Pois é, falar em assepsia hospitalar não é brincadeira, e esses cuidados precisam envolver tanto as clínicas grandes quanto os pequenos consultórios.

Na maioria dos casos, a forma correta de fazer assepsia hospitalar é regida por lei. A própria Anvisa tem um manual completo sobre o assunto, que deve ser consultado para garantir que seu consultório seja um ambiente seguro para seus pacientes, por menor que ele seja.

Mas o que é uma boa assepsia? Como colocar essas ideias em prática? É sobre isso que vamos conversar hoje, mostrando o que a Lei determina, e como você consegue aplicá-la de forma prática.

O que é a assepsia hospitalar?

Por definição, o processo de assepsia é aquele no qual é possível impedir a penetração dos germes patogênicos em lugares limpos.

É claro que é impossível que seu consultório seja 100% livre de todos os tipos de germe, mas a ideia de como fazer a assepsia hospitalar é justamente prevenir sua proliferação a níveis maiores, em quantidade suficiente para causar algum dano ao seu paciente.

Para regulamentar esse tipo de limpeza, as normas técnicas da ABNT destacam alguns pontos que todo profissional de saúde deve se atentar na rotina profissional.

Os cinco principais pontos quando o assunto é assepsia hospitalar são:

  • Uso de roupas adequadas;
  • Tipo de tratamento do ar no consultório;
  • Descarte correto dos materiais descartáveis;
  • Limpeza dos equipamentos e do chão;
  • Higiene e assepsia das mãos.

O uso de roupas adequadas

NBR 16693 da ABNT estabelece diretrizes sobre a confecção das roupas usadas tanto pelo profissional da saúde quanto pelos pacientes. Esse material vai depender do tipo e duração do procedimento a ser realizado, além do grau de umidade aos quais estão expostos.

Para atender à norma, os materiais devem respeitar características como:

  • eficiência da filtração bacteriológica;
  • resistência à penetração de líquido;
  • resistência a rasgo e à tração;
  • avaliação de opacidade.

Hoje, com a pandemia, os cuidados de como fazer assepsia hospitalar foram redobrados e é preciso investir em EPIs extras de proteção para o rosto, como as face shields ou óculos, além da máscara cirúrgica, luvas e aventais ou batas de materiais que possam ser limpos facilmente ou descartados.
Alguns desses equipamentos foram até adaptados com abas para facilitar na hora da retirada.

Geralmente, as roupas hospitalares são confeccionadas em tecido plano ou de malha, com o objetivo de garantir a higiene, proteção e segurança de quem usa.

Tratamento de ar e infraestrutura do consultório

Já a NBR 7256 fala sobre o tratamento de ar em estabelecimentos de saúde na questão da infraestrutura. A norma estabelece os requisitos mínimos de tratamento de ar de acordo com a classificação do risco do ambiente.

E isso quer dizer o que? Bom, a filtragem do ar é responsável por garantir que o ar no local esteja livre de contaminantes. Mas, claro, cada ambiente hospitalar tem um tipo de filtro. O que você deve usar aí no seu consultório pequeno não é o mesmo dos centros cirúrgicos.

Mas a atenção e cuidado precisam existir de qualquer forma. Algumas características devem ser respeitadas, de acordo com a ABNT, como:

  • a filtragem do ar e seu monitoramento;
  • condicionadores de ar de fácil limpeza e desinfecção;
  • só usar recuperador de calor quando for impossível fazer a troca de ar do ambiente;
  • uso restrito de umidificadores por conta das gotículas de água.

Para saber qual é o ideal para seu consultório, é preciso conferir a legislação completa, nas tabelas 1, 2 e 3 da NBR-7256.

Descarte correto de lixo

Outro ponto essencial na assepsia hospitalar é referente ao descarte do lixo. A NBR 12809 é a norma que trata de como manusear esses resíduos.

Dessa forma, a maneira correta de descarte, de acordo com as normas de assepsia hospitalar, é:

  • manusear o lixo hospitalar com auxílio de EPIs;
  • acondicionar os resíduos em embalagem apropriada e que não permita vazamento;
  • não encher o saco de lixo até a borda e não deixar ar dentro;
  • depois de recolher, armazene o lixo em local externo.

Dentre outras, mais específicas, que você precisa consultar direto na norma para não fazer nada errado.

No caso do seu consultório pequeno, o maior cuidado deve ser ao recolher o lixo, principalmente aqueles que possuem medicamentos e agulhas.

Feitos esses passos que a gente te contou, é só manter uma rotina para descarte correto desses resíduos e, claro, higienizar com frequência o local onde esse lixo fica antes de ser levado para outra unidade de coleta.

Como fazer assepsia hospitalar

Agora que você já sabe o que é a assepsia e os principais pontos de atenção, vamos ao que interessa: como colocar tudo isso em prática.

Como você já percebeu, fazer assepsia hospitalar é um processo realizado antes, durante e depois do atendimento no seu consultório. Então, complementando o que te contamos até aqui, preste atenção nesses outros dois pontos:

Assepsia de chão e equipamentos

Bom, podemos colocar esses dois em uma mesma categoria, porque os cuidados vão ser basicamente os mesmos.

Como estamos focando em consultórios pequenos, não vai compensar passar essa responsabilidade adiante contratando uma empresa terceirizada para fazer a assepsia hospitalar.

Mas vai ser preciso investir em produtos de limpeza profissional, que são ideais para locais que exigem uma assepsia mais reforçada.

O ideal é que a assepsia dos equipamentos seja feita em três fases:

  • limpeza: para remover resíduos notáveis a olho nu;
  • desinfecção: para acabar com microorganismos que tendem a infectar pacientes;
  • esterilização: serve como um complemento e elimina de vez os microrganismos que ainda sobraram.

Precisamos te dizer que a etapa da desinfecção é a mais importante do processo. Nessa etapa vale usar desinfetantes e outros produtos com ação eficaz para matar bactérias dos equipamentos hospitalares.

Para o chão, o processo é o mesmo, só não vai incluir a esterilização.

Higiene das mãos

Bom, até aqui falamos sobre assepsia. Mas agora precisamos te apresentar outro termo: a antissepsia.

É assim que chamamos o processo de reduzir ou inibir o crescimento de microrganismos na pele – e é por isso que os produtos usados nesse caso são os antissépticos.

E quando o assunto é fazer a antissepsia das mãos, são várias as indicações de como fazer o procedimento de forma correta. Alguns hospitais têm até manuais para orientar os profissionais da saúde.

O ideal é higienizar mãos e antebraços com água e sabão primeiro – aquela lavagem básica, com foco em tirar sujeira e bactérias entre os dedos e nas unhas.

Depois disso entra a aplicação do álcool para a limpeza completa. Hoje, alguns produtos contam também com a clorexidina como reforço para a antissepsia completa. É comum que os profissionais de saúde usem luvas no atendimento, mas isso não os isenta de todo esse procedimento.

É preciso higienizar as mãos:

  • antes e depois do contato com o paciente;
  • após exposição a fluidos corporais;
  • depois de realizar procedimentos assépticos.

E para garantir a antissepsia completa, a Asseptgel tem uma linha completa de produtos de limpeza industrial, que são ideais para fazer a assepsia hospitalar e em consultórios, além dos produtos para uso pessoal.

Hoje, o destaque vai para a espuma antisséptica com clorexidina. Ela é indicada especialmente para profissionais da área da saúde para sanitizar as mãos de maneira fácil e rápida.

Por hoje é só. Espero te encontrar no nosso próximo texto!

A eficácia da vacina Coronavac já está determinada. E agora?

Estamos em um momento que é, ao mesmo tempo, complicado e esperançoso para o Brasil quando o assunto é o coronavírus. Já estão sendo divulgados os números da eficácia da vacina Coronavac no Brasil e os resultados, ainda que animadores, são um pouco confusos.

É 78% mesmo ou, de acordo com as últimas divulgações, 50,38%? E o que esses números significam? A vacina Coronavac vai impedir que alguém pegue o coronavírus ou só aumenta a imunidade para combater a doença?

Essas são perguntas muito importantes e é totalmente natural se sentir confuso nesse mar de informações. Hoje, com elas em mãos, vamos esclarecer esses aspectos mais difíceis sobre a eficácia da vacina Coronavac pra você. Vamos lá?

Qual é realmente a eficácia da vacina Coronavac?

Inicialmente, assim que os testes foram finalizados, o Instituto Butantan revelou que a eficácia da vacina estava nos 78%.

Mas agora ele revelou um outro número: a eficácia global da vacina Coronavac é de 50,38%, bem no limiar do mínimo exigido pela Anvisa. Qual dos dois números é o “certo”?

Bom, na verdade os dois números estão certos. Vamos ver a diferença entre os índices agora.

A eficácia de 78% está relacionada apenas aos casos leves e que requerem atenção médica. Ou seja, não estava contando casos leves que não precisavam de internação, casos moderados e casos graves, todos juntos.

Quando o estudo passou a considerar essa outra parte da população, chegamos ao número de 50,38%. Essa é a eficácia geral, que está relacionada com todos os casos da doença.

Ou seja, a eficácia geral da vacina Coronavac de 50,38% é medida levando em conta casos leves a graves de Covid-19.

Sobre os objetivos de cada vacina, vamos falar mais no próximo tópico. Acompanhe:

O que significa a eficácia da vacina Coronavac?

Tudo bem, então entendemos que a eficácia geral da vacina Coronavac (50,38%) está relacionada com todos os casos de Covid-19 – leves, moderados e graves. Enquanto isso, a eficácia divulgada anteriormente (78%) diz respeito somente a casos leves.

Mas o que é exatamente a eficácia? O que isso significa? O que acontece com as pessoas que tomam a vacina?

No caso dos 78%, o cálculo é feito a partir da comparação entre pessoas que receberam placebo e as que receberam a vacina. Foram usados 13.060 voluntários do sistema de saúde para o experimento. Dentre eles, 252 pessoas contraíram Covid-19.

Dessas 252 pessoas, 85 receberam a vacina, enquanto 167 receberam um placebo. E dentre essas 85 vacinadas com a Coronavac, ninguém desenvolveu caso moderado ou grave. Nos que receberam o placebo, sete pessoas foram internadas com casos moderados ou graves.

Já com a eficácia geral (50,38%) é um pouco diferente. Das pessoas que receberam o placebo, 3,6% contraíram a Covid-19, sendo que 18,5% delas tiveram uma variante que requeria hospitalização – entrando no cálculo casos leves, médios e graves.

Já nas pessoas que receberam a vacina e não o placebo, 1,8% teve Covid-19, sendo que só 8% precisaram de algum acompanhamento médico e nenhuma foi internada.

100% de eficácia contra UTIs e óbito

Outra ótima notícia: de todas as pessoas vacinadas, nenhuma desenvolveu a variante grave, que requer oxigênio e UTI. Além disso, de todos os voluntários, nenhum morreu.

Então o que sabemos até agora é que a vacina é segura e, por mais que você possa até contrair o vírus, o máximo que vai acontecer é você desenvolver uma doença leve, tranquila de levar e que vai precisar, no máximo, de uma consulta com um médico.

É por isso que não podemos nos enganar com os números. A eficácia geral da vacina Coronavac de 50,38% pode não parecer muita coisa, mas estamos falando de uma doença devastadora, que arrasa famílias e mata de jovens a idosos.

Reduzir o número de internações desafoga o sistema de saúde e, sem dúvidas, eliminar as mortes completamente é uma grande conquista.

Quando será a distribuição da vacina Coronavac?

Ainda não sabemos, mas novas notícias vão saindo todos os dias. Então é importante ficar de olho nos canais de comunicação.

Hoje, sabemos que a Sinovac vai entregar ao instituto Butantan 46 milhões de vacinas de forma parcelada. Até agora, cerca de 10 milhões já foram entregues.

Ainda falando da vacina Coronavac, há um acordo entre o Butantan e a Sinovac para a transferência de tecnologia. Ou seja, a vacina será produzida aqui no Brasil, na fábrica do Instituto.

Segundo o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o Brasil já conta com 300 milhões de doses garantidas pelo consórcio Covax Facility, na parceria Fiocruz e Astrazeneca (a vacina de Oxford) e pela Pfizer. Em dezembro, ele declarou que:

“ (…) acompanha a evolução de imunizantes para a Covid-19 em passos acelerados e com total responsabilidade. O Brasil possui, atualmente, mais de 300 milhões de doses de vacinas garantidas por meio dos acordos internacionais e nacionais, esperando a aprovação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.”

Até hoje, nenhuma vacina está liberada pela Anvisa para o uso emergencial no Brasil. A eficácia geral da vacina Coronavac era um dado crítico que estava faltando para a liberação e a vacina de Oxford também está com algumas documentações pendentes.

O que dizem os especialistas sobre a eficácia da Coronavac e a vacinação no Brasil

As maiores dúvidas em relação à eficácia da vacina Coronavac estão relacionadas ao seu potencial imunizante – ou seja, se ela funciona ou não.

Como mostramos no texto, ela tem uma eficácia boa no sentido de evitar mortes e internações. A OMS e a Anvisa mesmo apontam que a taxa mínima de eficácia de uma vacina tem que ser de 50%. Ou seja, a Coronavac está acima disso.

O médico Marcio Bittencourt, professor da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, resume bem o que a eficácia significa:

“Fazendo um raciocínio bem simplista: vacinar 10% da população com uma vacina com 100% de eficácia é a mesma coisa de vacinar 20% da população com uma vacina com 50% de eficácia. A ideia é que [com uma vacina de eficácia mais baixa] vamos ter de vacinar mais gente para ter uma proteção coletiva maior” – Fonte: DW.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, disse à Agência Brasil:

“Temos hoje uma das melhores vacinas do mundo. Uma das vacinas que tem maior facilidade logística porque é transportada em temperatura ambiente, tem resistência fora da geladeira e pode chegar a qualquer cidade do país”

E ainda nessa discussão sobre a eficácia, Ricardo Palácios, diretor médico do Butantan, complementa à Agência Brasil:

“A vacina consegue diminuir a intensidade da doença clínica em um ambiente de alta exposição. E esse efeito é maior quanto mais aumenta (a gravidade da doença)”

Ou seja, no momento em que estamos vivendo, uma vacina já disponível com 50% de eficácia é a nossa melhor aposta. Ela reduz consideravelmente casos moderados e anula casos graves, transformando a Covid-19 naquela “gripezinha”. E chega de mortes.

Mas o importante é que todos tomem a vacina. Esse é o momento de sermos solidários e pensarmos não só em nós mesmos, mas no outro também.

Hora de olhar pra dentro e para todo mundo no Brasil: a vacina é um compromisso social.

Como se proteger enquanto a vacina não chega?

Com tanto tempo de pandemia, já estamos bem cientes das ações de prevenção que todo mundo precisa tomar. Mas ainda assim é importante reforçar que, mesmo o pior estando perto de acabar, não podemos parar de nos proteger.

É um compromisso com nós mesmos e com as outras pessoas.

A Asseptgel tem uma gama enorme de produtos para a prevenção, incluindo álcool gel 70%espuma com clorexidinalenços umedecidos e o que mais você precisar.

Estamos juntos nessa batalha. Conheça os produtos da Asseptgel e previna-se hoje!

Estamos juntos nessa batalha. Conheça os produtos da Asseptgel e previna-se hoje!

Como saber quais as melhores marcas de álcool gel?

A pandemia do novo coronavírus trouxe uma questão muito importante à tona: quais são as melhores marcas de álcool gel? E quais são os problemas que as que não chegam nesse patamar podem causar?

Como todo produto químico, as marcas de álcool gel sérias e respeitadas no mercado passam por uma série de testagens e regulamentações de órgãos competentes para isso. E como todo momento de grande demanda do mercado, várias outras marcas surgem que “pulam etapas” e se apresentam como alternativas viáveis.

Mas elas não são. Hoje vamos falar dos pontos básicos que constituem uma boa marca de álcool gel, e consequentemente um bom produto também. Não compre antes de ler este texto! Vamos começar?

Primeiro fator: certificação do INMETRO

O primeiro passo para entender se o produto que você comprou faz parte das melhores marcas de álcool gel é procurar o selinho do INMETRO.

Mas isso é bem básico. Ter o selo do INMETRO hoje em dia é praticamente um pré-requisito para que a marca de álcool em gel sequer apareça no mercado.

Mas não duvide: você pode encontrar alguma que não tenha a certificação adequada sendo vendida informalmente, fora do varejo geral e especialmente na internet. Nossa recomendação é não comprar e não usar.

Porém, o INMETRO não vai regular o próprio álcool gel. Na verdade, a agência regula a embalagem, que deve conter todas as informações presentes nas portarias reguladoras.

Existe uma série de informações que precisam estar descritas, informações extremamente importantes, como a concentração do conteúdo, avisos de toxicidade, informações de segurança, composição, entre outras.

E claro, a Asseptgel é certificada pelo INMETRO e jamais venderia qualquer produto sem o seu selo. E também somos certificados pela agência que regula o conteúdo, o próprio álcool dentro da embalagem, que é a…

Segundo fator: as melhores marcas de álcool gel são certificadas pela ANVISA

Sei que você deve estar pensando que hoje em dia é praticamente impossível comprar álcool que não seja regulamentado pela Anvisa. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária regula todos os produtos químicos que entram no mercado, então como algum pode “escapar”?

Bom, existem sim marcas de álcool gel não registradas pela Anvisa sendo vendidas nesse exato momento no Brasil. Veja algumas matérias que separamos só pra você ter uma ideia do que vem acontecendo no país:

Não há outro adjetivo para essa prática além de absurdo. Infelizmente, em varejos locais e pela internet, a venda de álcool gel falsificado acontece e não é em poucas unidades. Só nessas notícias, milhares de litros de álcool gel foram produzidos.

Para todos esses não encontrados, outros milhares infelizmente foram vendidos.

A Asseptgel é registrada na Anvisa justamente para te informar que o conteúdo dentro do frasco foi testado e está descrito na embalagem – obrigatoriedade do INMETRO, inclusive.

Nosso compromisso está em deixar claro o que você está comprando para que não haja nenhum problema para você ou sua família. Esse, inclusive, é o compromisso das melhores marcas de álcool gel do país. Nunca compre produtos sem a certificação, ok? Infelizmente, não há um selo visível da agência, mas você pode acessar o site e fazer sua pesquisa por lá.

Terceiro fator: tato, olfato e visão

Pode acreditar: se você acha que algumas marcas de álcool gel são de qualidade inferior por conta do seu cheiro, toque ou aspecto, você provavelmente está certo.

Vamos pegar como exemplo o álcool gel grudento. Sabe quando você coloca na mão e imediatamente ela fica espessa e colando? Isso é um problema de qualidade do produto, o uso de espessantes ruins para transformar o álcool líquido em gel.

Veja: as melhores marcas de álcool gel utilizam um espessante (polímero acrílico) de alta qualidade. Tudo bem que no início da pandemia, com a alta demanda, este espessante foi sendo substituído por marcas inferiores ou por outros químicos devido à falta no mercado. Mas até hoje você ainda encontra marcas que o utilizam para economizar.

Tem problema usar outros espessantes que não o polímero acrílico de alta qualidade? Bom, depende. Alguns são liberados pela Anvisa (antes somente o Polímero Acrílico), mas o toque e aspecto que deixam nas mãos são ruins e indicam que a marca está querendo economizar, já que a demanda se normalizou.

Muitas marcas de álcool gel acabam expressando sua falta de qualidade nesses pontos. Às vezes o cheiro é ruim ou o aspecto visual não é dos melhores. Isso indica que eles não funcionam? Não necessariamente. Mas sua baixa qualidade causa estranhamento e reclamações de funcionários de empresas, clientes de loja e até da família.

É melhor comprar um produto seguro e agradável. Ainda mais quando seu preço é competitivo. É o caso da Asseptgel e sua linha completa de limpeza.

Ainda não conhece nossos produtos? Acesse o site e conheça nosso catálogo. Temos tudo o que você precisa para limpar mãos e superfícies. Te vejo lá!

Qual a diferença do álcool 70 e porque ele mata o coronavírus?

A procura pelo álcool 70 nunca esteve tão alta. Por conta da pandemia da Covid-19, esse produto está sendo buscado por toda a população de um jeito nunca visto antes, já que é o ideal para matar o vírus. Mas por que? Qual é a diferença do álcool 70 para os outros tipos?

No começo do ano, vimos uma iniciativa incrível para não deixar faltar álcool 70 na casa dos brasileiros. Em março, as indústrias de cana de açúcar chegaram a distribuir os insumos gratuitamente para faculdades e laboratórios. Inclusive, uma dessas universidades, a UFPR, chegou a produzir 3 mil litros de álcool 70 a partir de bebidas alcoólicas.

Nós mesmos, aqui da Asseptgel, fechamos parcerias com o governo de Minas para uma produção mais acelerada. E isso tudo deixa a questão ainda mais curiosa. Qual a diferença do álcool 70? Por que precisa ser ele? Por que os outros produtos já disponíveis no mercado não são suficientes?

É isso o que você vai descobrir hoje. Nesse texto, vamos desmistificar o lado químico e técnico para que você entenda, em bom português, porque o álcool 70 foi o herói nacional nesta pandemia.

Vamos começar?

Qual a diferença do álcool 70 para os outros tipos de álcool?

Bom, você já deve ter visto a sigla INPM no frasco do álcool em gel Asseptgel e em outras marcas, não é? Ela significa Instituto Nacional de Pesos e Medidas e é aí que a diferença do álcool 70 começa.

O INPM é responsável por medir e classificar a quantidade de álcool presente em um produto. Então, a indústria envia seu produto para o instituto que comprova a sua quantidade de álcool absoluto em relação à água.

Álcool 70, ou 70%, significa basicamente uma solução composta de 70% de álcool puro para uma proporção de 30% de água. A indústria faz desse jeito e o INPM valida nas suas testagens.

Então, toda vez que você se deparar com um número próximo à sigla INPM em um frasco de álcool, já sabe: essa é a sua concentração em relação à água, comprovada pelo instituto.

Existem vários tipos de álcool, com várias concentrações diferentes. O álcool absoluto, o 100%, não é viável para praticamente nada. Ele evapora quase que instantaneamente em contato com a atmosfera. Para o coronavírus ele também não serve: ele evapora rápido demais e não mata o vírus.

A concentração do álcool para que ele atue como germicida é acima de 55%. Ou seja, a partir dessa porcentagem ele já consegue matar algumas bactérias.

O problema é que o coronavírus é protegido por uma capa de gordura bastante resistente. Então é necessário achar um equilíbrio na concentração, uma medida que não evapore muito rápido, mas que também tenha força suficiente para matar o vírus.

Já adivinhou que concentração é essa, não é? Está aí a grande diferença do álcool 70: ele é forte para matar o vírus e permanece por mais tempo no estado líquido.

As perguntas que todo mundo faz sobre o álcool 70

Você já viu então qual é a diferença do álcool 70 para outros tipos, não é? Mas não vamos parar o texto por aí não: ainda têm algumas dúvidas que a gente gostaria de responder.

Fizemos uma pesquisa para entender quais são as principais perguntas que as pessoas fazem no Google e vamos respondê-las aqui. No processo, vamos esclarecer alguns mitos sobre o álcool 70 e entender um pouco mais sobre as generalidades da substância.

Continue na leitura!

Qual a diferença entre álcool 70 e 92?

Existe sim diferença do álcool 70 para o 92, mas a mais importante delas está na flamabilidade.

O álcool 92 tem basicamente 92% de álcool etílico absoluto na sua composição e só 8% de água. Então ele é mais perigoso porque queima mais fácil.

Outra diferença fundamental está no seu uso como solvente. Por ser mais concentrado, o álcool 92 é muito usado na indústria para “quebrar” ingredientes e para limpeza pesada de maquinários.

Para o uso doméstico ele não é o mais recomendado porque evapora muito fácil.

O álcool 70 pega fogo?

Por maior que seja a diferença entre álcool 70 e álcool 92 ou concentrações maiores, o 70% ainda pega fogo, mesmo que produza uma chama menor e que dura por mais tempo.

Não recomendamos o uso do álcool para queimar nada, nem para acender a churrasqueira. Ele é muito volátil e os gases presentes no frasco também entram em combustão com facilidade.

E lembre-se: o álcool em gel também queima!

O álcool 70 arde?

Sim, tanto quanto qualquer outra concentração, o álcool 70 arde.

A limpeza de ferimentos deve ser feita com medicamentos próprios, já que alérgicos a álcool existem e, sinceramente, mesmo tendo uma concentração menor, ele ainda arde bastante, muito mais do que a água oxigenada ou a rifocina.

Não teste. Vá à farmácia e compre o medicamento indicado pelo farmacêutico.

O álcool 70 serve pra que?

Principalmente para a desinfecção de superfícies e das mãos. Ele também é muito útil para a limpeza de casa, pois tem uma forte ação desengordurante, às vezes sendo até melhor do que produtos de limpeza específicos para esse fim.

Faça o teste: na próxima vez que for limpar a casa, use álcool 70 ao invés dos limpadores multiuso. O único ponto é que ele não deixa cheiro, o que é desejável para alguns, mas para quem gosta do cheirinho de limpeza, nem tanto.

Álcool em gel 70% é Asseptgel

A Start Química, produtora do Asseptgel, tem anos de experiência na produção de produtos de limpeza e higiene pessoal. Só o Asseptgel tem mais de uma década de existência e já foi até protagonista na luta contra a H1N1.

Todo dia nós estamos buscando formas diferentes de combater o vírus pelo método mais eficaz: a higienização. Conheça nossos produtos acessando o site. Somos vendidos nos supermercados de todo o Brasil.

Um abraço e nos vemos no próximo texto.

Epidemia: entenda como é e como se forma

Pelo dicionário Aurélio, o significado da palavra epidemia é “doença que, por ser majoritariamente infecciosa e transitória, se espalha ou ataca (com rapidez) grande número de pessoas de uma determinada região ou localidade”.

Traduzindo para termos mais fáceis de entender, a palavra epidemia se refere ao aumento do número de casos de uma doença em uma determinada região, país, estado, cidade ou até mesmo um bairro.

O termo é geralmente usado quando o processo para definir o local ou o número de casos de pessoas infectadas, não ocorre de forma fácil e precisa. Ou seja, a quantidade cresce tão rapidamente em volume e território que é mais difícil estabelecer os parâmetros, por isso a importância de evitar contato em alguns momentos.

Para ficar mais claro, vamos destrinchar alguns níveis possíveis. Uma epidemia a nível municipal acontece quando diversos bairros apresentam uma doença, já a de nível estadual acontece quando diferentes cidades têm casos. Por fim, a epidemia de nível nacional acontece quando há casos em várias regiões do país.

Há inúmeros fatores que podem causar o surgimento das epidemias, como a falta de saneamento básico, hábitos alimentares pouco saudáveis, pouco ou nenhum cuidado com a higiene. Além de fatores externos como as condições climáticas e a poluição que podem propiciar o perfeito cenário para proliferação de alguns vírus e doenças.

Inclusive, falando de fatores externos, há também as doenças transmitidas por outros vetores, por exemplo a Dengue que é causada pelo mosquito Aedes Aegypti. Por isso existem tantas campanhas de prevenção e cuidados para impedir a reprodução do mosquito.

Outro ponto importante a ser levantado é que hoje as epidemias surgem com muito mais facilidade por conta da facilidade de transporte das pessoas e o contato físico frequente. A modernidade trouxe vários benefícios e rapidez na forma como as pessoas se locomovem, mas com isso a transmissão de doenças também acontece de forma bem mais rápida.

Diferença entre epidemia e pandemia

Em um escala de gravidade, a pandemia é o pior dos cenários! Ela acontece quando uma epidemia se espalha por diversas regiões do planeta, ou seja, o vírus é encontrado em vários continentes.

Para ocorrer uma pandemia é necessário que sejam registrados casos da doença em todos os cinco continentes. Não há um número específico que caracterize uma pandemia, mas existem alguns pontos relevantes para análise, como:

  • Grande distribuição geográfica: a doença tem que afetar uma grande proporção territorial;
  • Rastreabilidade do movimento da doença: todo o caminho percorrido pela doença é identificado;
  • Alta taxa de infecção: o nível de infecção se encontra no mais alto grau;
  • Imunidade populacional baixa: quando a imunidade da população é baixa o risco de contágio é maior;
  • Novidade: esse termo é usado quando a doença é causado por um agente nunca antes visto – como é o caso do COVID-19;
  • Gravidade: se refere ao nível de letalidade da doença.

Epidemias conhecidas

Em um panorama histórico, existem epidemias que aconteceram e foram as maiores da história! Uma delas é o de Sarampo, que teve em torno 6 milhões de mortos até 1963, data da descoberta da primeira vacina.

Os sintomas de sarampo variam de febre alta, dor de cabeça, mal-estar, pequenas erupções avermelhadas na pele e inflamação das vias respiratórias. Ao longo dos anos a vacina foi sendo aperfeiçoada erradicando a doença, mas com o movimento anti-vacina tivemos a volta da doença.

Outra doença epidêmica é a Febre Amarela, que causa febre alta, cansaço, calafrios, náuseas, vômitos e diarréia. Mas com auxílio de campanhas de prevenção e vacinação tem sido erradicada.

Um fato muito importante é que o sarampo e algumas outras doenças tem como principal via de contaminação o contato físico. Por isso, é primordial que a higienização das mãos seja feita corretamente todos os dias, mas principalmente em casos de epidemia!

Hábitos que ajudam na prevenção

Agora que já entendemos o que é uma epidemia e o que a difere de uma pandemia, podemos pensar em alguns hábitos que nos ajudam a evitar alguns tipo de doenças. Afinal, a melhor forma de combate é a prevenção: protegemos o mundo e a nós mesmos!

Primeiramente sempre mantenha os hábitos básicos de higiene e uma alimentação saudável para que sua imunidade fique alta. Assim, caso contraia a doença a recuperação é de forma bem mais rápida.

Outro ponto muito importante é sempre manter as mãos higienizadas, lavando-as ou sempre passando álcool em gel. Por isso tenha sempre um ao seu alcance, inclusive, em tempos de Coronavírus (que a transmissão é rápida) tenha cuidado e proteja-se com o álcool em gel sempre que necessário.

E aí, quer saber mais sobre o COVID-19 e formas de prevenção? Continue no nosso blog que preparamos mais um texto sobre isso!