Como fazer assepsia hospitalar no seu consultório pequeno

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Sabia que 5% das pessoas que passam por algum tipo de procedimento cirúrgico contraem alguma infecção? Pois é, falar em assepsia hospitalar não é brincadeira, e esses cuidados precisam envolver tanto as clínicas grandes quanto os pequenos consultórios.

Na maioria dos casos, a forma correta de fazer assepsia hospitalar é regida por lei. A própria Anvisa tem um manual completo sobre o assunto, que deve ser consultado para garantir que seu consultório seja um ambiente seguro para seus pacientes, por menor que ele seja.

Mas o que é uma boa assepsia? Como colocar essas ideias em prática? É sobre isso que vamos conversar hoje, mostrando o que a Lei determina, e como você consegue aplicá-la de forma prática.

O que é a assepsia hospitalar?

Por definição, o processo de assepsia é aquele no qual é possível impedir a penetração dos germes patogênicos em lugares limpos.

É claro que é impossível que seu consultório seja 100% livre de todos os tipos de germe, mas a ideia de como fazer a assepsia hospitalar é justamente prevenir sua proliferação a níveis maiores, em quantidade suficiente para causar algum dano ao seu paciente.

Para regulamentar esse tipo de limpeza, as normas técnicas da ABNT destacam alguns pontos que todo profissional de saúde deve se atentar na rotina profissional.

Os cinco principais pontos quando o assunto é assepsia hospitalar são:

  • Uso de roupas adequadas;
  • Tipo de tratamento do ar no consultório;
  • Descarte correto dos materiais descartáveis;
  • Limpeza dos equipamentos e do chão;
  • Higiene e assepsia das mãos.

O uso de roupas adequadas

NBR 16693 da ABNT estabelece diretrizes sobre a confecção das roupas usadas tanto pelo profissional da saúde quanto pelos pacientes. Esse material vai depender do tipo e duração do procedimento a ser realizado, além do grau de umidade aos quais estão expostos.

Para atender à norma, os materiais devem respeitar características como:

  • eficiência da filtração bacteriológica;
  • resistência à penetração de líquido;
  • resistência a rasgo e à tração;
  • avaliação de opacidade.

Hoje, com a pandemia, os cuidados de como fazer assepsia hospitalar foram redobrados e é preciso investir em EPIs extras de proteção para o rosto, como as face shields ou óculos, além da máscara cirúrgica, luvas e aventais ou batas de materiais que possam ser limpos facilmente ou descartados.
Alguns desses equipamentos foram até adaptados com abas para facilitar na hora da retirada.

Geralmente, as roupas hospitalares são confeccionadas em tecido plano ou de malha, com o objetivo de garantir a higiene, proteção e segurança de quem usa.

Tratamento de ar e infraestrutura do consultório

Já a NBR 7256 fala sobre o tratamento de ar em estabelecimentos de saúde na questão da infraestrutura. A norma estabelece os requisitos mínimos de tratamento de ar de acordo com a classificação do risco do ambiente.

E isso quer dizer o que? Bom, a filtragem do ar é responsável por garantir que o ar no local esteja livre de contaminantes. Mas, claro, cada ambiente hospitalar tem um tipo de filtro. O que você deve usar aí no seu consultório pequeno não é o mesmo dos centros cirúrgicos.

Mas a atenção e cuidado precisam existir de qualquer forma. Algumas características devem ser respeitadas, de acordo com a ABNT, como:

  • a filtragem do ar e seu monitoramento;
  • condicionadores de ar de fácil limpeza e desinfecção;
  • só usar recuperador de calor quando for impossível fazer a troca de ar do ambiente;
  • uso restrito de umidificadores por conta das gotículas de água.

Para saber qual é o ideal para seu consultório, é preciso conferir a legislação completa, nas tabelas 1, 2 e 3 da NBR-7256.

Descarte correto de lixo

Outro ponto essencial na assepsia hospitalar é referente ao descarte do lixo. A NBR 12809 é a norma que trata de como manusear esses resíduos.

Dessa forma, a maneira correta de descarte, de acordo com as normas de assepsia hospitalar, é:

  • manusear o lixo hospitalar com auxílio de EPIs;
  • acondicionar os resíduos em embalagem apropriada e que não permita vazamento;
  • não encher o saco de lixo até a borda e não deixar ar dentro;
  • depois de recolher, armazene o lixo em local externo.

Dentre outras, mais específicas, que você precisa consultar direto na norma para não fazer nada errado.

No caso do seu consultório pequeno, o maior cuidado deve ser ao recolher o lixo, principalmente aqueles que possuem medicamentos e agulhas.

Feitos esses passos que a gente te contou, é só manter uma rotina para descarte correto desses resíduos e, claro, higienizar com frequência o local onde esse lixo fica antes de ser levado para outra unidade de coleta.

Como fazer assepsia hospitalar

Agora que você já sabe o que é a assepsia e os principais pontos de atenção, vamos ao que interessa: como colocar tudo isso em prática.

Como você já percebeu, fazer assepsia hospitalar é um processo realizado antes, durante e depois do atendimento no seu consultório. Então, complementando o que te contamos até aqui, preste atenção nesses outros dois pontos:

Assepsia de chão e equipamentos

Bom, podemos colocar esses dois em uma mesma categoria, porque os cuidados vão ser basicamente os mesmos.

Como estamos focando em consultórios pequenos, não vai compensar passar essa responsabilidade adiante contratando uma empresa terceirizada para fazer a assepsia hospitalar.

Mas vai ser preciso investir em produtos de limpeza profissional, que são ideais para locais que exigem uma assepsia mais reforçada.

O ideal é que a assepsia dos equipamentos seja feita em três fases:

  • limpeza: para remover resíduos notáveis a olho nu;
  • desinfecção: para acabar com microorganismos que tendem a infectar pacientes;
  • esterilização: serve como um complemento e elimina de vez os microrganismos que ainda sobraram.

Precisamos te dizer que a etapa da desinfecção é a mais importante do processo. Nessa etapa vale usar desinfetantes e outros produtos com ação eficaz para matar bactérias dos equipamentos hospitalares.

Para o chão, o processo é o mesmo, só não vai incluir a esterilização.

Higiene das mãos

Bom, até aqui falamos sobre assepsia. Mas agora precisamos te apresentar outro termo: a antissepsia.

É assim que chamamos o processo de reduzir ou inibir o crescimento de microrganismos na pele – e é por isso que os produtos usados nesse caso são os antissépticos.

E quando o assunto é fazer a antissepsia das mãos, são várias as indicações de como fazer o procedimento de forma correta. Alguns hospitais têm até manuais para orientar os profissionais da saúde.

O ideal é higienizar mãos e antebraços com água e sabão primeiro – aquela lavagem básica, com foco em tirar sujeira e bactérias entre os dedos e nas unhas.

Depois disso entra a aplicação do álcool para a limpeza completa. Hoje, alguns produtos contam também com a clorexidina como reforço para a antissepsia completa. É comum que os profissionais de saúde usem luvas no atendimento, mas isso não os isenta de todo esse procedimento.

É preciso higienizar as mãos:

  • antes e depois do contato com o paciente;
  • após exposição a fluidos corporais;
  • depois de realizar procedimentos assépticos.

E para garantir a antissepsia completa, a Asseptgel tem uma linha completa de produtos de limpeza industrial, que são ideais para fazer a assepsia hospitalar e em consultórios, além dos produtos para uso pessoal.

Hoje, o destaque vai para a espuma antisséptica com clorexidina. Ela é indicada especialmente para profissionais da área da saúde para sanitizar as mãos de maneira fácil e rápida.

Por hoje é só. Espero te encontrar no nosso próximo texto!

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